sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Natureza Incrível #13 - O Boto Cor-de-Rosa, com Richard Rasmussen

Nesse post da Série Natureza Incrível você acompanhará o biólogo Richard Rasmussen e conhecerá mais de perto o Boto Cor-de-Rosa.

Um mamífero que vive em rios de água doce e é exclusivo da Selva Amazônica, na América do Sul e corre perigo de extinção.


O boto-cor-de-rosa vive nas águas dos rios amazônicos do Brasil, Bolívia, Venezuela, Colômbia, Equador e Peru. De todas as espécies de golfinhos de rio, o boto é a maior: os machos podem chegar a medir 2,5 metros de comprimento, com até 200 kg; as fêmeas, um pouco menores, chegam a medir 2,2 metros e pesar 150 kg, em média.

Distribuição geográfica do Boto Cor-de-Rosa
Rio Amazonas, nas proximidades de Fonte Boa (Amazonas). Áreas inundadas, canais menores e lagoas são observadas ao longo do leito principal do rio, consistindo o habitat do boto-cor-de-rosa.
Suas cores se devem as veias que ficam bem abaixo da pele. A tonalidade varia com a idade e com o sexo do animal. Os recém nascidos e jovens são cinzentos, e os adultos são mais rosados, sendo que a cor dos machos é mais viva do que a das fêmeas.

O corpo dos botos é muito flexível, pois eles precisam ser ágeis para se desviar de obstáculos como troncos caídos na água e ainda para poder capturar as suas presas. Suas nadadeiras peitorais são grandes e com elas são capazes de fazer movimentos para trás, o que os ajuda a realizar manobras com grande facilidade, apesar do seu tamanho.



Se alimentam principalmente de peixes, mas por causa da dentição conseguem segurar e esmagar presas com carapaças, fazendo com que caranguejos e tartarugas também entrem em sua dieta. Costumam se alimentar sozinhos, caçando tanto durante o dia quanto à noite. Entretanto os picos de maior atividade ocorre entre às 6:00 e 9:00h e  de 15:00 às 16:00h. Consomem cerca de 2,5% de seu peso corpóreo por dia.

Os botos podem viver em grupos pequenos, de até quatro animais, mas a maioria costuma viver em pares, sendo em geral, a fêmea e seu filhote. As migrações sazonais estão relacionadas com a migração dos cardumes e ao ciclo anual das águas. Apresentam uma área de vida, mas não têm comportamento territorial. São nadadores lentos atingindo 2,4 a 5,1 km/h, com picos de >22,5 km/h. raramente saltam.

Esse animal acasala entre os meses de outubro e novembro. Os filhotes nascem cerca de oito meses e meio depois, entre maio e julho, quando os rios estão bem cheios. Os filhotes nascem com cerca de 80 cm e alimentam-se do leite materno por bastante tempo.



Para ficar mais inteirado sobre os botos veja o vídeo abaixo, que mostra o biólogo e aventureiro Richard Rasmussen, que foi a procura desses animais incríveis da Amazônia:

 

Já quase no final, veja mais fotos desse animal que está presente na vida cotidiana e nas lendas dos povos ribeirinhos.






Lenda do Boto cor-de-rosa:
Conta na Amazônia, que os botos do rio Amazonas fazem charme para as moças que vivem em vilas e cidades à beira-rio. Eles as namoram e, depois, tornam-se os pais de seus filhos!

No início da noite, o boto se transforma em um belo homem e sai das águas, muito bem vestido e de chapéu, para esconder o buraco que todos os botos têm no alto da cabeça [o buraco serve para respirar o ar, já que os botos são mamíferos e têm pulmões]. O rapaz-boto vai aos bailes, dança, bebe, conversa e conquista uma moça bonita. Mas, antes do dia surgir, entra de novo na água do rio e se transforma novamente em um mamífero das águas.
Antes de ir embora, vamos resolver uma polêmica que ainda confunde muitas pessoas:

É verdade que RICHARD RASMUSSEN do selvagem ao extremo já morreu?

- Dizem que ele estava fazendo uma reportagem de arraias: Quando resolveu pular na água uma arraia sentindo-se ameaçada lhe ferroou e atingiu o coração do Richard, que teve uma fatalidade raríssima, já que arraias não costumam atacar as pessoas.

A Verdade: 

- Quem morreu com uma agulhada de arraia foi o Steve Irwin, mais conhecido como o Caçador de Crocodilos. O Richard ainda continua firme e forte na ativa. Veja abaixo uma foto tirada no seu perfil do Facebook em 29/04/2016:

Mensagem do Richard nesse post: Com o frio chegando, hora de relembrar quando turbinei o boot com cravos pra caminhar na geleira chilena, o glaciar Grey. ‪#‎macbootoficial‬ @macbootoficial
Até a próxima!

Fontes Pesquisadas:

Natureza Incrível #10 - O encanto dos Coalas

O coala é um mamífero marsupial da família Phascolarctidae e só são encontrados na Austrália.


Saiba tudo sobre esse animal peludo, "fofinho" e adorável!

Bem como os ursos, os coalas são mamíferos e possuem orelhas redondas, distorcidas e olhar bonito, parecendo mais um ursinho de pelúcia. Mas os coalas não são ursos, na verdade são membros de um grupo de animais denominado Marsupiais[por exemplo: gambás e cangurus também são marsupiais].

Por ser um marsupial, a fêmea possui uma bolsa abdominal, denominada "marsúpio", onde se processa grande parte do desenvolvimento dos filhotes. Se você nunca viu um filhote de coala e tem a curiosidade de saber como eles são, assista o vídeo abaixo:

 

A época de reprodução geralmente dura cerca de 4 meses. Neste período, os machos sexualmente maduros exploram o seu território, atraindo as fêmeas no cio, e enchem o local de marcas odoríferas, emitindo simultaneamente um som semelhante a um mugido.

As fêmeas demonstram em geral grande agressividade com relação aos machos, os quais repelem violentamente. O acasalamento, que dura alguns segundos, dá-se em posição vertical sobre um galho de eucalipto.

Depois que terminada a conjunção, os companheiros se separam. O macho não se ocupa do sustento do filhote: tal função compete à fêmea, que só tem uma gestação por ano e geralmente só dá luz a um filhote [muito raramente dois]. A gestação dura em média 35 dias.
Filhote coala.
Um recém-nascido é minúsculo, possuindo cerca de 20 mm de comprimento. O corpo é nu, cor-de-rosa e raiado de vasos sanguíneos; os olhos e os ouvidos estão fechados; a boca, as narinas e as patas posteriores são apenas um esboço. 


Assim que nasce, esta pequena criatura faz o seu caminho a partir do canal de nascimento até a bolsa de sua mãe. Usando os dois sentidos bem desenvolvidos é que nascem com-olfato e tato, juntamente com suas fortes patas dianteiras e garras e um instinto que lhe diz que direção a cabeça, o coala bebê chega a bolsa. Ali permanece, enfiado, crescendo e se desenvolvendo por cerca de sete meses.



Os coalas e a maioria dos marsupiais só são encontrados na Austrália. Sua abundância no continente deve-se à separação entre aquele continente e outras massas terrestres antes que os mamíferos placentários pudessem se estabelecer ali.

Distribuição original dos coalas na Austrália no passado.
O coala acabou por ser vítima da caça e da destruição do seu habitat florestal. Antes da chegada do homem branco, em finais do século XVII, este marsupial ocupava uma superfície três vezes mais vasta do que a atual. Este animal foi recentemente introduzido ou reintroduzido em algumas ilhas perto da costa, bem como no interior do país. Estas novas populações foram o fruto de estudos científicos que deram valiosa contribuição para o conhecimento dos comportamentos da espécie.


Os coalas se alimentam de folhas de eucalipto e cascas de 12 espécies diferentes de árvores de eucalipto. Também comem visco e as folhas de caixa. Uma vez que essas folhas são baixas em proteínas, ricas em substâncias indigestíveis e contêm fenólicos e terpeno composto, são tóxicas para a maioria das espécies.

Eles gastam cerca de três das suas cinco horas ativas para comer e dormem por até 16 horas por dia. São arborícolas [isto é, vivem em árvores] e não costumam ficar em grandes grupos, preferindo na maioria das vezes ficar sozinhos.

Podem ser agressivos uns com os outros, colocando o antebraço em torno de seu inimigo e morder, embora a maioria das disputas seja um comportamento agressivo breve. Geralmente é um animal silencioso, mas os machos têm um apelo muito forte que pode ser ouvido quase a um quilômetro de distância durante a época de reprodução. Quando estão “estressados”, os coalas podem emitir um grito, que foi classificado como semelhante ao de um bebê humano.

Veja, por exemplo, esses dois coalas tendo uma discussão amigável:


[Até brigando eles são super fofos!]

A pelagem das costas é densa e sedosa e apresenta-se nas cores cinza e branco. Possuem a cabeça relativamente grande em relação ao restante do corpo, seus olhos são bem separados, possuem nariz grosso e focinho curto.

Os coalas não vivem em abrigos. Estão sempre expostos aos fatores da natureza, como sol, o vento e a chuva. Os movimentos são lentos, assemelhando-se com os do bicho-preguiça, não possuem cauda e utilizam as garras para subir nas árvores.


Quando instalados em condições ideais na natureza, os coalas machos podem viver até 10 anos, enquanto as fêmeas vivem alguns anos a mais.

E é só isso, pra terminar, não deixe de ver mais algumas fotos desses colas super fofos:








Até a próxima!


Fontes Pesquisadas:

http://tudorocha.blogspot.com.br/2016/04/natureza-incrivel-10-o-encanto-dos.html

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Natureza Incrível #4 - O fantástico e estranho Ornitorrinco

Conheça o ornitorrinco, esse animal silencioso, curioso e incrível, que parece mais ser uma mistura de ave, mamífero e réptil.


É um mamífero semiaquático natural da Austrália e Tasmânia. Juntamente com as equidnas, formam o grupo dos monotremados, os únicos mamíferos ovíparos [que botam ovos] existentes. A espécie é monotípica, ou seja, não tem subespécies ou variedades reconhecidas.



Possui hábitos noturnos e alimenta-se principalmente de insetos e invertebrados, tais como moluscos, crustáceos, vermes, insetos, pequenos peixes ou girinos. Ocasionalmente também come algumas plantas. Após capturar seu alimento debaixo da água [geralmente em riachos], o ornitorrinco armazena-o dentro de bolsas, tal como fazem por exemplo os hamsters. Assim que regressa a terra firme, mastiga e engole os alimentos. Uma vez que não possui dentes, o ornitorrinco usa as placas córneas das maxilas para conseguir mastigar.

É um animal ovíparo, cuja fêmea põe cerca de dois ovos, que incuba por aproximadamente dez dias num ninho especialmente construído. Os monotremados recém-eclodidos apresentam um dente similar ao das aves (um carúnculo), utilizado na abertura da casca. A fêmea não possui mamas, e o leite é diretamente lambido dos poros e sulcos abdominais. Os machos têm esporões venenosos nas patas, que são utilizados principalmente para defesa territorial e contra predadores. Possui uma cauda similar a de um castor.


Para saber mais sobre o ornitorrinco, assista ao documentário abaixo do Discovery Channel.


O ornitorrinco é endêmico da Austrália, onde é encontrado no leste de Queensland e Nova Gales do Sul no leste, centro e sudoeste de Vitória, Tasmânia, e ilha King. Foi introduzido no extremo oeste da ilha Kangaroo, entre 1926 e 1949, onde ainda mantém uma população estável. A espécie está extinta na Austrália Meridional, onde era encontrada nas Colinas de Adelaide e na Cordilheira do Monte Lofty.

Distribuição atual em vermelho, área em amarelo corresponde a introdução.
A espécie é dependente de rios, córregos, lagoas e lagos, podendo também ser encontrada em represas e diques para irrigação. A distribuição geográfica mostra considerável flexibilidade tanto na escolha do habitat quanto na adaptabilidade a uma variação de temperatura. O ornitorrinco é capaz de enfrentar tanto as altas temperaturas das florestas tropicais de Queensland, como áreas montanhosas cobertas por neve em Nova Gales do Sul. A distribuição atual desse animal mudou muito pouco desde a colonização da Austrália, e continua a ocupar grande parte de sua distribuição histórica.

Características: 


O ornitorrinco possui cabeça arredondada e uma espécie de bico que se assemelha ao do pato. Seu corpo e sua cauda são cobertos por um pelo muito fino, embora denso para que o mantenha aquecido. A cauda é achatada, como a de um castor e entre seus dedos possui membranas adaptadas para nadar.

Os machos são ligeiramente maiores que as fêmeas, medindo cerca de 60 centímetros de comprimento e pesando até 2,5 kd. Um ornitorrinco vive em média cerca de 12 anos, podendo chegar aos 15.

É um excelente nadador e existem relatos de ornitorrincos que conseguiram ficar submersos até cerca de 10 minutos. Ao mergulhar seus olhos, ouvidos e narinas ficam protegidas por membranas de pele que os deixam cegos e surdos debaixo da água.

Para se guiar e localizar alimentos nesse estado o ornitorrinco se utiliza das terminações nervosas sensíveis contidas no seu bico, o chamado sentido de eletrorrecepção, ou seja, a capacidade de encontrar suas presas ao detectar os campos elétricos gerados pelas contrações musculares de suas presas [tal como fazem os tubarões]. Ele ainda consegue determinar a direção e a distância da prese sempre que esta desloca-se e faz isso com grande precisão.


Veneno:


Uma das peculiaridades do ornitorrinco é ser um mamífero venenoso, embora seja uma característica exclusiva dos machos e que só seja produzido durante a época do acasalamento. Os cientistas suspeitam ser uma arma de defesa de território de modo a afastar machos rivais.



Observe mais de perto onde fica o exporão:


Ainda não acredita que o veneno do ornitorrinco é possante e perigoso? Veja o relato abaixo, de pessoas que foram "picadas" por um ornitorrinco e esclareça suas dúvidas:



Reprodução:

Quando as crias dos ornitorrincos estão dentro de um ovo, tem um dente na ponta do bico chamado dente do ovo. Este destina-se a perfurar a casca do ovo. Pouco tempo depois do nascimento este dente cai.

A sua reprodução não ocorre até o ornitorrinco completar dois anos. Isto é, em parte, devido ao fato do macho ser incapaz de produzir o esperma até essa altura e de a fêmea não estar receptiva em todas as estações. Para que a reprodução possa ocorrer, os órgãos reprodutivos da fêmea e os do macho terão de aumentar de tamanho.


Alcançam o seu tamanho máximo entre Julho e Agosto, altura em que a cópula ocorre. Durante todo esse tempo o corpo da fêmea adapta-se de modo a produzir o leite para as suas crias, a partir de dois mamilos (glândulas sudoríparas modificadas) localizados no seu abdômen, cercados por pelo. Acredita-se que os jovens obtêm esse leite pressionando estas duas áreas que fazem com que o leite seja jorrado em direção às suas bocas.

Pouco se sabe acerca do ritual de acasalamento do ornitorrinco, mas as observações de animais em cativeiro, forneceram algumas pistas relativamente a este processo. Começará, então, com um processo natatório em que o macho e a fêmea se vão aproximando, para que no final se possa realizar o contato. Este comportamento é iniciado a maior parte das vezes pela fêmea.

Curiosidades interessantes:

- As características atípicas do ornitorrinco fizeram com que o primeiro espécime empalhado levado para a Inglaterra fosse classificado pela comunidade científica como um embuste [isto é, algo falso, acreditavam naquela época que fizeram um empalhamento com vários animais diferentes que já existiam, e que isso era uma montagem].

- Atualmente é o ícone nacional da Austrália, aparecendo como mascote em competições e eventos e em uma das faces da moeda de vinte centavos de dólar australiano. É uma espécie pouco ameaçada de extinção.

http://tudorocha.blogspot.com.br/2016/01/natureza-incrivel-4-o-fantastico-e.html

Saiba a verdade por trás dos Sapos de Hamburgo que explodem!!!

Os biólogos alemães tentaram descobrir o motivo pelo qual os sapos estavam "explodindo" na região de Hamburgo e na vizinha Dinamarca...


E o verdadeiro motivo é ainda mais surpreendente: seu predador natural, um corvo, age com precisão cirúrgica e de uma maneira bem bizarra. Confira! 


Para saber mais veja essa matéria do Canal Mundo Natureza. Bom vídeo!

Boa sorte e até a próxima!

fonte:http://tudorocha.blogspot.com.br/2016/09/saiba-verdade-por-tras-dos-sapos-de.html

Confira mais atrações incríveis da Suíça

A Suíça é um país de beleza impressionante e por lá existe muita coisa para se ver e conhecer.


Confira nesse post como são várias atrações imperdíveis desse país tão interessante.

Lista de Lugares:
  • Interlaken;
  • Lucerna;
  • Thun;
  • Zurique.

3 em 3 é um site de viagens que também tem uma parte de divulgação no youtube, confira como ficou o vídeo que cada um dos lugares que eles passaram:

3em3 - Lucerna
Confira três atrações imperdíveis da Suíça Central.

PARTE 1



PARTE 2 


3em3 - Interlaken 



3em3 - Thun 

 

3em3 - Zurique

Espero que tenham gostado. Boa sorte!

Lucerna.
Interlaken.
Thun.
Zurique.
fonte:http://tudorocha.blogspot.com.br/2016/09/confira-mais-atracoes-incriveis-da-suica.html